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jueves, 15 de mayo de 2014

Eliane Velozo


Eliane Velozo, fotógrafa brasileira, está de novo em Portugal. De momento, está em residência artística em Grândola, onde desenvolve o projecto fotográfico "Senha Aberta", um resgate das "memórias da Revolução dos Cravos".
No dia 13 de Maio, às 21h00, no IPF - Porto, e no dia 15 de Maio, às 19 h00, no IPF - Lisboa, realizará uma sessão de apresentação de suas fotografias e autógrafos do seu livro Sonho Branco - Trilogia, de fotografias, poemas e outras narrativas, "criadas a partir das suas vivências no Brasil (Jornada Familiar), Estados Unidos/Texas (Jornada Espiritual) e África (Jornada Ancestral), tendo por fundo o cultivo do algodão.


Eliane Velozo nasceu em Lajedo, no estado de Pernambuco, e atualmente reside em Belo Horizonte. É bacharel em Comunicação Visual pela Universidade Federal de Pernambuco e mestra em Belas Artes – Fotografia pela University of Illinois at Chicago, nos Estados Unidos.

Viveu em Aracaju, durante cinco anos, trabalhando no Centro de Cultura e Arte (CULTART) da Universidade Federal de Sergipe, onde coordenou, juntamente com Naide Barbosa, as cinco primeiras Semanas Sergipanas de Fotografia. Atualmente, reside em Belo Horizonte.

O destaque de Eliane Velozo para o cenário sergipano deve-se também a abertura do laboratório fotográfico no CULTART, onde dava assistência no laboratório e ministrava inúmeros cursos de fotografia para que toda a população que se interessasse por fotografia o pudesse usar.

Entre os projetos artísticos mais importantes desenvolvidos por Eliane estão: Sonho Branco – Trilogia; Redescobrindo a jornada de meu pai; Gozódromo; Quinquaginta’s; Travessão; Tempos de Tempo; Andanças; Araceae e Feira de Caruaru. Já expôs individualmente no Brasil e no exterior, destacando-se: Montecatini Terme, na Itália; Lisboa e Porto, em Portugal; Cidade Velha, em Cabo Verde; Texas, Lubbock, Chicago e Saint Louis, nos EUA; e nos estados brasileiros de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Sergipe, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.

Além disso, faz curadoria e participa, regularmente, de projetos coletivos multiculturais que envolvem artistas de várias partes do Brasil e do mundo. Ministra oficinas e realiza palestras sobre arte, fotografia, sinestesia, criatividade e ecologia.
Eliane Velozo é portadora de degeneração de mácula e retinose pigmentar, trabalha com aproximadamente 10% da habilidade visual de uma pessoa “normal”. Considera-se privilegiada por ter adquirido, nos últimos anos, habilidades perceptivas bastante inusitadas.

Dedicada a meu avô, Manu de Melo

No projeto Sonho branco, iniciado em 2004, faço uma viagem da ancestralidade ao futuro próximo, este que vivo a cada momento e que ao percebê-lo já se tornou passado.

Busco a história da ancestralidade na observação do planeta terra e de alguns dos seus componentes com os quais mais me identifico: a mãe terra, meu ancestral mais conhecido, querido e idoso; a mãe água, que está 70% de mim, e as matas, que me equilibram na vida metropolitana, permitem-me continuar respirando e orientam-me como ser ecológico.

No percurso dessa viagem homenageio a família de onde vim e trato o algodão como ouro branco, este ouro que sempre aqueceu e aquece, alimentou e alimenta tantos seres, por toda a história da humanidade.

Busco as zonas de contato com o ancestral o atual e o futuro, através dos territórios da memória, colocando as experiências pessoais (locais) como estrada, caminho, para o coletivo (global).

E, essencialmente, acredito que a observação acurada de minha história individual, da história de nossa gente, e de toda a humanidade, concorre para um exercício de cidadania e construção de uma sociedade mais ética, pacífica e feliz.

Penso a história e a cultura como margens, horizontes para minha expressão artística e a trajetória contínua, e o Sonho Branco um motivo para minha viagem.

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HH

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