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sábado, 28 de enero de 2017

Maria Beatriz do Nascimento activista por los derechos humanos


Intelectual, investigadora y activista Beatriz Nascimento nació en Aracaju, el 12 de julio de 1942, hija de Rubina Nascimento Pereira y Mason Francisco Xavier do Nascimento. Ella y sus diez hermanos emigraron con su familia a Río de Janeiro en la década de 1950. Con 28 años comenzó la licenciatura en Historia en la Universidad Federal de Río de Janeiro (UFRJ), donde se graduó en 1971. Durante la graduación trabajó  en el Archivo Nacional con el historiador José Honorio Rodrigues.

Formada , trabajaría como profesora de historia en las escuelas del estado de Río de Janeiro, Articulando  enseñanza e investigación. En  este tiempo, ejercería su militancia intelectual a través de objetos temáticos relacionados con la historia y la cultura negro. Lo que la llevo a la creación del Grupo de Trabajo André Rebouças, en 1974, de la Universidad Federal Fluminense (UFF), que compartía  con los estudiantes  negros en Río y Sao Paulo para discutir el tema racial en el mundo académico y de la educación en general. Un ejemplo de esta militancia intelectual fue su participación como ponente en la Quincena de Negro, que se celebró en la USP en 1977, un evento que se ha configurado como importante reunión de investigadores negros.


Completó ampliamente el  Posgrado en Historia en la Universidad Federal Fluminense (UFF), en 1981, con  la investigación "Sistemas alternativos organizados por los negros: los quilombos los barrios pobres", pero su obra más conocida y la más destacada fue la película Ori (1989, 131 I), de su propia autoria , dirigida por la socióloga y directora de cine Rachel Gerber. La película, narrada por Beatriz, nos cuenta  su propia trayectoria como una forma de abordar la comunidad negro en su relación con el tiempo, el espacio y la ascendencia, emblemáticamente representada en la idea de quilombo.

Beatriz Nascimento,  por más de veinte años, se convirtió en una estudiosa de las cuestiones relacionadas con el racismo y los quilombos, abordando  la correlación entre cuerpo negro y el espacio, con las experiencias de la diáspora de los africanos y sus descendientes en el territorio brasileño, a través de las nociones de "transmigración" y "transatlanticidade". Sus artículos han sido publicados en revistas como Journal of Voces Cultura, Estudios Afro-Asiático y Diario de Patrimonio Histórico y Artístico, así como numerosos artículos y entrevistas en  periódicos y revistas de amplia circulación nacional, como  Folhetim da Folha de S. Paulo, Isto é, jornal Maioria Falante, Última Hora e a revista Manchete

Según Rattz, Beatriz, junto con otros investigadores como Eduardo Oliveira, Lelia González y Hamilton Cardoso, trabajó para la visibilidad social  del  tema étnico-racial en la universidad fortaleciendo  el discurso político del movimiento negro. Además de la militancia intelectual, Beatriz era poeta. Su poesía pone en juego la experiencia de ser mujer negra. Esta sensibilidad se refleja en toda su escritura..

Estaba haciendo  una  maestría en comunicación social,  en la UFRJ, bajo la dirección de Muniz Sodré, cuando se interrumpió su carrera. Beatriz fue asesinada el 28 de enero  de 1995 en Rio de Janeiro por  la defensa de una amiga de su pareja violenta, dejando una hija.

Maria Beatriz fue asesinada por  Jorge Amorim Viana,  El mató a la profesora por haber aconsejado a su novia que lo abandonase porque acostumbraba a pegarle .



Intelectual, pesquisadora e ativista, Beatriz Nascimento nasceu em Aracaju, em 12 de julho de 1942, filha da dona de casa Rubina Pereira do Nascimento e do pedreiro Francisco Xavier do Nascimento. Ela e seus dez irmãos migraram com a família para o Rio de Janeiro na década de 1950. Com 28 anos iniciou o curso de graduação em História, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), formando-se em 1971. Durante a graduação fez estágio no Arquivo Nacional com o historiador José Honório Rodrigues.

Formada, passaria a trabalhar como professora de História da rede estadual de ensino do Rio de Janeiro, articulando ensino e pesquisa. Nessa mesma época, passaria a exercer sua militância intelectual através de temáticas e objetos ligados à história e à cultura negras. Esteve à frente da criação do Grupo de Trabalho André Rebouças, em 1974, na Universidade Federal Fluminense (UFF), compartilhando com estudantes negros universitários do Rio e de São Paulo a discussão da temática racial na academia e na educação em geral. Exemplo dessa militância intelectual foi a sua participação como conferencista na Quinzena do Negro, realizada na USP, em 1977, evento que se configurou como importante encontro de pesquisadores negros.

Concluiu a Pós-graduação lato sensu em História, na Universidade Federal Fluminense (UFF), em 1981, com a pesquisa “Sistemas alternativos organizados pelos negros: dos quilombos às favelas”, mas seu trabalho mais conhecido e de maior circulação foi o filme Ori (1989, 131 mim), de sua autoria, dirigido pela socióloga e cineasta Raquel Gerber. O filme, narrado pela própria Beatriz, apresenta sua trajetória pessoal como forma de abordar a comunidade negra em sua relação com o tempo, o espaço e a ancestralidade, emblematicamente representados na ideia de quilombo.

Beatriz Nascimento, ao longo de vinte anos, tornou-se estudiosa das temáticas relacionadas ao racismo e aos quilombos, abordando a correlação entre corporeidade negra e espaço com as experiências diaspóricas dos africanos e descendentes em terras brasileiras, por meio das noções de “transmigração” e “transatlanticidade”. Seus artigos foram publicados em periódicos como Revista de Cultura Vozes, Estudos Afro-Asiáticos e Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, além de inúmeros artigos e entrevistas a jornais e revistas de grande circulação nacional, a exemplo do suplemento Folhetim da Folha de S. Paulo, Isto é, jornal Maioria Falante, Última Hora e a revista Manchete.

Segundo Rattz, Beatriz, junto com outros pesquisadores como Eduardo Oliveira, Lélia González e Hamilton Cardoso, trabalharam para que a temática étnico-racial ganhasse visibilidade social na universidade e fortalecesse o discurso político do movimento negro. Além da militância intelectual, Beatriz era poetisa. Sua poesia traz à cena a experiência de ser mulher negra. Essa sensibilidade se traduziu em toda sua escrita.

Estava fazendo mestrado em comunicação social, na UFRJ, sob orientação de Muniz Sodré, quando sua trajetória foi interrompida. Beatriz foi assassinada em 28 de janeiro de 1995 no Rio de Janeiro ao defender uma amiga de seu companheiro violento, deixando uma filha.

Maria Beatriz foi assassinada pelo preso albergado Jorge Amorim Viana. Ele teria matado a professora por esta ter aconselhado sua namorada a abandoná-lo, porque  Jorge costumava bater na companheira.


https://blackwomenofbrazil.co/2013/03/26/maria-beatriz-nascimento-1942-1995-intellectual-militant-of-the-movimento-negro-poet-and-historian-of-quilombos-brazils-runaway-slave-societies/
http://antigo.acordacultura.org.br/herois/heroi/mariabeatriz
http://www.museuafrorio.uerj.br/?work=arquivos
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/1995/1/31/cotidiano/37.html

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HH

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