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jueves, 23 de abril de 2015

Maria Teresa Horta


Maria Teresa Horta (Lisboa, 20 de mayo de 1937) escritora portuguesa.
Durante la dictadura en Portugal, las Nuevas cartas portuguesas, publicadas en 1972 por Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta y Maria Velho da Costa, denunciaban al patriarcado como parte de la estructura fascista que sostenía la guerra colonial en Africa. “Angola es nuestra” era el correlato de “las mujeres son nuestras” (de nosotros, los hombres), y con el sexo de ellas se defendía la honra de ellos. El libro fue incautado de inmediato porque justamente fue percibido como un libelo contra la guerra colonial, y sus autoras no fueron juzgadas sólo porque entretanto estalló la Revolución de los Claveles, el 25 de abril de 1974.

Se licenció en la facultad de letras de la Universidad de Lisboa y acabó dedicándose al periodismo. Participó en el movimiento feminista de Portugal junto con Maria Isabel Barreno y Maria Velho da Costa(llamadas las tres Marias) y en el grupo Poesia 61.

Ha publicado varios textos en periódicos como Diário de Lisboa, A Capital, República, O Século, Diário de Notícias o Jornal de Letras e Artes, y ha sido redactora jefe de la revista Mulheres.

Escritora portuguesa, natural de Lisboa. Estudou na Faculdade de Letras de Lisboa, enveredando depois pela carreira jornalística. Dirigiu o ABC Cine-Clube e fez parte do grupo Poesia 61. Colaborou em jornais e revistas (Diário de Lisboa, Diário de Notícias, Jornal de Letras e Artes, Hidra 1, entre outros) e foi chefe de redacção da revista Mulheres. Feminista, publicou, com Maria Velho da Costa e Isabel Barreno, as Novas Cartas Portuguesas (1971), cujo conteúdo levou as autoras a tribunal. 



A sua obra encontra-se marcada por uma forte tendência de experimentação e exploração das potencialidades da linguagem, numa escrita impetuosa e frequentemente sensual. Estreou-se com a obra poética Espelho Inicial (1960), a que se seguiram, Tatuagem (1961), Cidadelas Submersas (1961), Verão Coincidente (1962), Amor Habitado (1963), Candelabro (1964), Jardim de Inverno (1966), Cronista Não é Recado (1967), Minha Senhora de Mim (1971), Poesia Completa (1983, dois volumes), e as obras de ficção Ambas as Mãos sobre o Corpo (1970), Ana (1975), A Educação Sentimental (1975), Os Anjos (1983), Ema (1984), O Transfer (1984), Rosa Sangrenta (1987), Antologia Política (1994), A Paixão Segundo Constança H. (1994) e O Destino (1997). Em 1999, lançou a obra A Mãe na Literatura Portuguesa, constituída por uma longa introdução da autora, depoimentos de várias individualidades, uma antologia de poesia e prosa de escritores portugueses e no fim um conjunto de quadras e provérbios, tudo em torno da temática da mãe. 


‎25 DE ABRIL


É cor de cereja
e sonho erguido.
Tem corpo de país e de saudade 



É festa É mar de Abril
e correnteza infinda.
Tem gosto de terra e de cidade


É múltiplo É igualdade
e mais ainda: é voo
é esperança imensa 


É liberdade 


Abril, 2012
Maria Teresa Horta 




Obras 
Espelho Inicial (1960) (Poesía) 
Tatuagem (1961) 
Cidadelas Submersas (1961) 
Verão Coincidente (1962) 
Amor Habitado (1963) 
Candelabro (1964) 
Jardim de Inverno (1966) 
Cronista Não é Recado (1967) 
Minha Senhora de Mim (1967) (poesía) 
Ambas as Mãos sobre o Corpo (1970) 
Novas Cartas Portuguesas (1971) (obra conjunta) 
Ana (1974) 
Poesia Completa I e II(1983) 
Os Anjos (1983) 
O Transfer (1984) 
Ema (1984) 
Minha Mãe, Meu Amor (1984) 
Rosa Sangrenta (1987) 
Antologia Política (1994) 
A Paixão Segundo Constança H. (1994) 
O Destino (1997) 
A Mãe na Literatura Portuguesa (1999) 


        Mulheres de Abril        

Mulheres de Abril
somos
mãos unidas

certeza já acesa
em todas 
nós

Juntas formamos
fileiras
decididas

ninguém calará
a nossa
voz

Mulheres de Abril
somos
mãos unidas

na construção
operária
do país


Nos ventres férteis
a vontade
erguida


de um Portugal
que o povo
quis



Mulheres de Abril, Maria Teresa Horta em Poesia Reunida, p. 450




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